Trabalho Social MCMV FNHIS Sub 50

Seu município foi contemplado e os prazos da Caixa já começaram a contar. A GS estrutura e executa o Trabalho Social — do Termo de Referência ao RAT final — com equipe habilitada e documentação pronta para aceite, sem tirar um centavo do caixa da prefeitura.

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O que está em jogo

Se sua prefeitura foi contemplada no Minha Casa, Minha Vida — FNHIS Sub 50 (a modalidade para municípios de até 50 mil habitantes, operacionalizada pela Caixa), o Trabalho Social não é detalhe técnico nem peça acessória: é condição para a Caixa liberar os pagamentos da obra.

Na prática, isso significa: sem Termo de Referência aprovado, sem Projeto de Trabalho Social (PTS) aprovado e sem os RATS entregues nos marcos da Portaria MCid nº 75/2025, o repasse trava. Em casos graves, a Caixa rescinde o contrato — e a gestão municipal responde.

É aqui que a GS entra. Elaboramos e executamos cada etapa do Trabalho Social, com Assistente Social com CRESS ativo, processos validados em contratos FNHIS Sub 50 de municípios baianos e documentação pronta para aceite da Caixa e do Transferegov. Você fica livre pra tocar a obra e os demais projetos da prefeitura.

Você está no lugar certo se...

Foi contemplado no FNHIS Sub 50 agora

Acabou de assinar o contrato de repasse — ou está prestes a assinar — e quer começar o Trabalho Social no ritmo certo desde o começo.

A obra já passou dos 10% e o TR ainda não saiu

O relógio da Portaria MCid nº 75/2025 está correndo. Cada semana perdida aproxima o bloqueio do repasse.

Sua equipe de assistência social não tem braço pra isso

Secretaria já está sobrecarregada com CRAS, CREAS, CadÚnico. Trabalho Social MCMV exige dedicação específica que não cabe no dia a dia.

Você não quer entregar a obra e perder repasse por papel

Precisa de execução segura, marcos cumpridos na Caixa e no Transferegov, e documentação que não vire dor de cabeça na auditoria do TCM.

Os cinco eixos temáticos obrigatórios

A Portaria MCid nº 75/2025 determina que o PTS contemple, obrigatoriamente, os cinco eixos abaixo — com destaque para o Eixo IV, que deve ser executado de forma integral.

EixoTemaO que envolveObrigatoriedade
I Mobilização, Comunicação e Participação Social Assembleias com as famílias, canais de comunicação ativos, criação da Comissão de Representantes dos Beneficiários. Obrigatório
II Sustentabilidade da Intervenção Capacitações sobre uso e conservação da unidade habitacional, convívio em condomínio, regularização fundiária. Obrigatório
III Sustentabilidade Ambiental, Segurança Alimentar e Saúde Educação ambiental, gestão de resíduos, horta comunitária, acesso à rede de saúde local. Obrigatório
IV Desenvolvimento Socioeconômico Qualificação profissional, intermediação no mercado de trabalho, fomento ao empreendedorismo, acesso a programas de transferência de renda. Integral e obrigatório
V Direitos Humanos, Educação, Cidadania e Cultura Acesso a serviços públicos, documentação civil, CadÚnico, atividades culturais e educativas com crianças e jovens. Obrigatório

Os prazos não perdoam

A Portaria MCid nº 75/2025 amarra cada entrega a um percentual de execução da obra. Passou o marco sem entregar? A Caixa trava. Não tem negociação.

% da obra executadaMarco obrigatórioRisco se descumprido
até 15%Termo de Referência (TR) aprovado pela CaixaImpossibilidade de iniciar a licitação do Trabalho Social
até 60%Projeto de Trabalho Social (PTS) aprovadoBloqueio do repasse e inadimplência no Transferegov
até 80%Primeiro RAT (Relatório de Acompanhamento) entregueSuspensão de pagamentos à construtora
100% + entregaRAT Final + Pós-Ocupação (mínimo 12 meses)Rescisão do contrato de repasse e responsabilização do gestor

Do contrato de repasse ao RAT final — sem você ter que se preocupar

Sete entregas claras. Cada uma documentada, cada uma nos moldes da Caixa, cada uma dentro do prazo.

1. Termo de Referência (TR) pronto para a Caixa

Planilha orçamentária detalhada, memória de cálculo, cronograma físico-financeiro e todos os anexos. Aprovação no 1º envio, sem ida-e-volta.

2. Licitação orientada — sem dor de cabeça com PNCP

Definimos com você o regime certo (dispensa eletrônica até 20 unidades ou pregão/RDC), redigimos edital e TR, publicamos no PNCP e acompanhamos até a assinatura.

3. Diagnóstico participativo com as famílias

Pesquisa censitária, grupos focais, entrevistas com lideranças e revisão documental. É o que dá base real pro PTS e fundamenta qualquer questionamento futuro.

4. Projeto de Trabalho Social (PTS) nos 5 eixos

Construído com participação das famílias, nos moldes exatos da Portaria MCid nº 75/2025, aprovado pela Caixa antes de qualquer ação em campo.

5. Ações com as famílias, de verdade

Oficinas, encontros, capacitações, mobilização comunitária. Todas registradas com listas de presença, atas e fotos datadas. Se a Caixa pedir comprovação em qualquer momento, está tudo pronto.

6. RATS em cada marco + Relatório Final

Assinados por Assistente Social com CRESS ativo, no formato aceito pelo Transferegov. Zero retrabalho.

7. Pós-ocupação — 12 meses após a entrega

Acompanhamento das famílias no novo território, avaliação de impacto e encaminhamentos à rede socioassistencial. Fecha o contrato sem pendência.

Como contratar — e quem paga

A melhor notícia: não sai do caixa da prefeitura

O Trabalho Social é custeado pelos próprios recursos do contrato de repasse FNHIS Sub 50. A Caixa destina um percentual específico do valor do contrato pra essa finalidade. Nenhum centavo do orçamento municipal é consumido. Isso também significa que não precisa negociação difícil com a Câmara — o recurso já está reservado.

Dispensa eletrônica (até 20 unidades)

Caminho rápido pra maioria dos municípios baianos. Publicação no PNCP por 3 dias úteis, sem pregão. Conseguimos sair do zero ao contrato assinado em 2 a 3 semanas.

Pregão ou RDC (volumes maiores)

Para contratos com mais de 20 unidades, estruturamos o processo completo — edital, TR nos moldes da Caixa, acompanhamento do certame e análise de propostas. Processo padrão Lei 14.133, sem novidade.

Perguntas frequentes

Quando devo contratar a consultoria?

Assim que assinar o contrato de repasse com a Caixa. O Termo de Referência precisa estar aprovado até os 15% de execução da obra — contratar cedo evita corrida contra o prazo.

Posso contratar por dispensa eletrônica?

Sim, se o município tem até 20 unidades o valor geralmente fica dentro do limite da Lei 14.133/2021. Publicação no PNCP por 3 dias úteis e o contrato é assinado.

Preciso de assistente social com CRESS ativo?

Sim. O art. 31 da Portaria MCid nº 75/2025 exige Responsável Técnica Assistente Social com CRESS. A GS tem equipe própria habilitada.

E se os prazos da Caixa não forem cumpridos?

Bloqueio do repasse, inadimplência no Transferegov e, em casos graves, rescisão do contrato e responsabilização do gestor por improbidade administrativa.

Quanto custa?

O valor é custeado pelos recursos do próprio contrato FNHIS Sub 50, não sai do orçamento municipal. O valor exato depende do número de unidades e é detalhado na planilha do TR.

A GS atende em toda a Bahia?

Sim. Equipe itinerante para atividades presenciais com as famílias e suporte remoto contínuo para a gestão municipal, atendendo prefeituras em todas as regiões do Estado.

O Trabalho Social termina quando a obra entrega?

Não. A Portaria exige pós-ocupação de no mínimo 12 meses após a entrega das unidades — é nessa fase que se consolida a integração das famílias ao novo território.

E se a obra atrasar? O cronograma do Trabalho Social trava?

Os prazos são vinculados ao percentual de execução da obra, não a datas fixas. Se a obra atrasa, o cronograma do Trabalho Social se reajusta — mas comunicar a Caixa formalmente é obrigatório.

Bora tirar isso da sua frente?

Mande mensagem agora. A gente conversa sobre a situação do seu município, revisa os prazos da Caixa e te diz em 24h qual o próximo passo — sem compromisso.

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